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O egresso do sistema prisional merece uma segunda chance. A afirmação foi consenso entre os participantes do Debate AmpliAção, promovido pelo Ampliar - presidido por Maria Helena Mauad -, na manhã do dia 23/4 na sede do Secovi-SP, com as palestras de Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, advogado criminalista; Chinaider Pinheiro, do AfroReggae; Alencar Burti, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae; e Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP. 

Nesta quarta-feira, dia 23/4, das 9 às 12 horas, será promovido o Debate AmpliAção, que vai focalizar o tema "O egresso do sistema prisional merece ter uma segunda chance". Na ocasião, será lançado em São Paulo o programa "Construindo uma Segunda Chance", dirigido a empresas do setor imobiliário e fruto de parceria entre o Ampliar, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e a ONG AfroReggae.

A realização do 86º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) será uma grande oportunidade de as empresas do setor ampliarem suas práticas de responsabilidades social e ambiental. O tema será discutido pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc), dias 22 e 23 de maio, entre 14 e 18 horas. 

Presidente do Fasc e do Ampliar, Maria Helena Mauad acredita que os debates irão muito além de uma atuação em processos. A tônica será pela busca da construção de negócios economicamente viáveis, ambientalmente equilibrados e socialmente inclusivos.

O Ampliar, programa de profissionalização de jovens e adolescentes em situação de risco social, promove no próximo dia 23 de abril (quarta-feira), das 9 às 12 horas, o Debate AmpliAção, que vai focalizar o tema "O egresso do sistema prisional merece ter uma segunda chance?".

"Diante das dificuldades em conseguir colocação no mercado formal de trabalho, a ressocialização de egressos do sistema penal é praticamente impossível. Sem trabalho e renda, e com necessidade de sobreviver, muitos voltam a cometer infrações", afirma Maria Helena Mauad, presidente do Ampliar. Para ela, "a sociedade deve abrir as portas para isso, pois o erro (de omissão) gera mais violência, cujo preço termina rateado por todos nós."

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